Vulgarmente os vadios viu velejando, voltando vitoriosos das viagens aos vertentes da vida, para viciarem-se vislumbrando as voluptuosas que vendiam suas virilhas. Vagou pelos vales de Velencia, valente como os vândalos que velavam, em vão, as varíolas. Nos vergonhosos velórios vertebrados por vítreos vigários, e os vitrais veneravam Vênus e seu ventre violeta. Veio a Viena, vidrado pelos venenos vazando das velhas valsas, vestidos vermelhos varrendo vaidades. Visitou as verdejantes várzeas vaticanas, onde o vinho virava vinagre, os veredictos eram versados sem vontade, e as víboras voavam com o vento, vigorizando varandas e verões. Vinculou-se a Veneza, onde os véus eram vitrines, e os vassalos vulneráveis vermes. Vivo, vestiu a vingança, voraz como um vesúvio, veementemente voltada as viuvas e virgens. A vitima violentou o vilão, verbalizou as virtudes do violino.